Com a evolução gradual da tecnologia, cada vez mais os aparelhos diminuem de tamanho e ganham mais eficiência. O que um dia já foi do tamanho de uma sala, hoje cabe em nossos bolsos e pode ser levado para qualquer lugar - como já notamos pelos smartphones.
Em meio a tantas outras novidades no mercado, como os ultrabooks e os tablets, já era de se esperar que os nossos 'grandes' desktops também diminuíssem de tamanho. Acontecem que esses substitutos ainda não estão sendo muito divulgadas, mas já estão por aí: são os chamados Nettops.
A grosso modo, os nettops são desktops mais portáteis, com a função de executar tarefas que não exijam muito poder de processamento ou armazenamento da máquina. Tais tarefas incluem a navegação na internet, abertura de arquivos web, documentos simples, leitura de mídias, etc. Desse modo, o nettop é uma versão miniatura do desktop, assim como o netbook o é para o notebook.
Um dos destaques dos nettops é o seu baixo consumo de energia: enquanto computadores normais precisam de 100 Watts para a alimentação, um nettop convencional não precisa de mais do que 10 Watts para executar suas funções. Como esquentam pouco, também, não possuem coolers, fazendo com que sejam mais silenciosos.
O disco rígido usado para armazenamento é, usualmente, o SSD, ajudando no tamanho do aparelho, mas perdendo em armazenamento, pois os SSD não possuem muitas opções. Porém, para um aparelho como esse, onde o foco não é o armazenamento e sim o uso de outras mídias e da internet, a quantidade de gigabytes disponível para esse fim é desconsiderável.
Como era de se esperar, não é possível exigir dos nettops um trabalho mais apurado, com softwares mais complexos ou de navegações mais intensas. Seu tamanho limitado também limita o hardware, tornando-o impossível, por exemplo, para edições de vídeos ou de fotos, ou navegar com milhões de abas abertas. Ainda assim no entanto, é possível rodar alguns jogos.
Os modelos mais básicos de nettops custam, em média, entre 600 e 800 reais. Já um modelo com uma configuração mais potente, como 320Gb de HD, 2Gb de memória RAM e leitor de Blu-Ray, encontra-se na faixa de 1.300 reais. O preço é razoável, já que um desktop convencional com 500Gb de HD e 2Gb de memória está custando 800 reais.
No caso do nettop, paga-se um pouco mais caro, porém você é compensado no tamanho e na beleza do aparelho, bem como no tempo de resposta e nas diversas utilidades do aparelho.
Um uso recorrente dos nettops que passa despercebido é no que diz respeito ao "home automation". Diversas pessoas interligam sua casa a um nettop, podendo, assim, comandar luzes, portões, janelas, sistemas de segurança e qualquer outro circuito eletrônico pela Internet, aonde estiver.
Os aparelhos nettop mais modernos são equipados com saídas mini-HDMI (para serem ligados em televisão de alta qualidade) e, alguns modelos mais 'corajosos', com leitor de Blu-Ray. Essas novidades são ótimas para quem quer ter um aparelho bonito, pequeno, que acesse a Internet, e complemente as funções de sua televisão.
Fonte: Globo.com
quarta-feira, 29 de junho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Qual a diferença entre HD e SSD?
Em uma época onde nossos arquivos não eram armazenados na nuvem (ou seja, na internet), um bom hardware era essencial. Eles eram grandes e parrudos, e possuíam a mesma capacidade de armazenamento do meu atual celular. Tempos depois, com diversas novas possibilidades e tecnologias de armazenamento, foram inventadas algumas nomenclaturas para facilitar a divisão e o entendimento sobre tais aparelhos. Aqui, vamos descrever as diferenças entre os HDs e o SSDs, suas diferenças e semelhanças.
O HD (hard disk, em português disco rígido) é uma parte física e integrante dos computadores e notebooks responsável pelo armazenamento de dados. Sua memória é não-volátil, ou seja, os dados não são perdidos caso o aparelho seja desligado. Todos os dados são gravados em discos magnéticos, e quanto mais finos os discos, melhor será a gravação. Por isso discos de mesmo tamanho podem ter capacidades de armazenamento bem diferentes umas das outras.
Os aparelhos que normalmente utilizam a memória HD de discos magnéticos são os desktops convencionais, os all-in-one (tudo-em-um, como o iMac), os notebooks e os servidores. Eles precisam deste tipo de HD para executar suas funções que usualmente são mais exigentes que nos tablets e smartphones.
O SSD é um pouco diferente. Sua sigla significa solid-state drive, em português unidade de estado sólido. Sua construção é baseada em um circuito integrado semicondutor, feito em um único bloco. Diferentemente do HD convencional, onde o armazenamento é feito em discos magnéticos, ou como os CDs e DVDs, que funcionam com leitura ótica, os SSD podem utilizar a memória RAM, memória flash (como nos cartões SD das câmeras fotográficas) ou o próprio semicondutor.
Há vantagens do SSD em relação aos HDs: por não possuírem componentes eletromecânicos para a leitura dos arquivos, ele se torna completamente silencioso. Isso também facilita o acesso aos dados, algo primordial para quem precisa de velocidade (ao contrário dos discos rígidos, no qual 'braço' mecânico de leitura precisa ir de uma ponta a outra do disco para ler alguma informação, o SSD tem tudo à mão). Ele também esquenta menos e consome menos energia. Porém, a capacidade de armazenamento é bem menor que a dos HDs usados nos desktops, e seu custo final para o usuário é bem maior.
Smartphones, tablets e nettops estão entre os aparelhos que mais utilizam SSD. Porém, não podemos esquecer também das máquinas fotográficas digitais, que utilizam deste tipo de armazenamento para dar um tempo maior de resposta em suas fotos e armazenar um número bem maior de imagens. Esses aparelhos citados não precisam de uma memória muito grande, porém, precisam que o tempo de resposta seja o mais rápido possível. Um vídeo feito pela Samsung, em inglês, mostra a diferença entre os dois tipos de aparelho.
Para efeitos de comparação, é importante olharmos a média de preço entre os dois. Um HD convencional de 160Gb custa, em média, entre 150 e 200 reais, variando de acordo com o modelo. Já um SSD de 128Gb, um dos maiores do mercado, custa entre 700 e 900 reais. O preço pode parecer muito alto, mas não é usual utilizar esse tipo de SSD; os mais utilizados são os de 16 e 32Gb, que custam entre 80 e 150 reais quando feito de memória flash, ou SSD de 64Gb custando 350 reais, quando é feito de semicondutores.
Com efeito, não existe o melhor modo de armazenar seus arquivos. Tudo vai depender do que você precisa. Caso sua necessidade seja a de armazenar vídeos grandes, filmados em alta qualidade, os SSD não são recomendáveis, visto que o tamanho dos vídeos seria enorme. Porém, em um tablet, onde o tamanho do aparelho é pequeno e o tempo de resposta precisa ser muito rápido, os SSD se fazem essenciais para esse fim.
O HD (hard disk, em português disco rígido) é uma parte física e integrante dos computadores e notebooks responsável pelo armazenamento de dados. Sua memória é não-volátil, ou seja, os dados não são perdidos caso o aparelho seja desligado. Todos os dados são gravados em discos magnéticos, e quanto mais finos os discos, melhor será a gravação. Por isso discos de mesmo tamanho podem ter capacidades de armazenamento bem diferentes umas das outras.
Os aparelhos que normalmente utilizam a memória HD de discos magnéticos são os desktops convencionais, os all-in-one (tudo-em-um, como o iMac), os notebooks e os servidores. Eles precisam deste tipo de HD para executar suas funções que usualmente são mais exigentes que nos tablets e smartphones.
O SSD é um pouco diferente. Sua sigla significa solid-state drive, em português unidade de estado sólido. Sua construção é baseada em um circuito integrado semicondutor, feito em um único bloco. Diferentemente do HD convencional, onde o armazenamento é feito em discos magnéticos, ou como os CDs e DVDs, que funcionam com leitura ótica, os SSD podem utilizar a memória RAM, memória flash (como nos cartões SD das câmeras fotográficas) ou o próprio semicondutor.
Há vantagens do SSD em relação aos HDs: por não possuírem componentes eletromecânicos para a leitura dos arquivos, ele se torna completamente silencioso. Isso também facilita o acesso aos dados, algo primordial para quem precisa de velocidade (ao contrário dos discos rígidos, no qual 'braço' mecânico de leitura precisa ir de uma ponta a outra do disco para ler alguma informação, o SSD tem tudo à mão). Ele também esquenta menos e consome menos energia. Porém, a capacidade de armazenamento é bem menor que a dos HDs usados nos desktops, e seu custo final para o usuário é bem maior.
Smartphones, tablets e nettops estão entre os aparelhos que mais utilizam SSD. Porém, não podemos esquecer também das máquinas fotográficas digitais, que utilizam deste tipo de armazenamento para dar um tempo maior de resposta em suas fotos e armazenar um número bem maior de imagens. Esses aparelhos citados não precisam de uma memória muito grande, porém, precisam que o tempo de resposta seja o mais rápido possível. Um vídeo feito pela Samsung, em inglês, mostra a diferença entre os dois tipos de aparelho.
Para efeitos de comparação, é importante olharmos a média de preço entre os dois. Um HD convencional de 160Gb custa, em média, entre 150 e 200 reais, variando de acordo com o modelo. Já um SSD de 128Gb, um dos maiores do mercado, custa entre 700 e 900 reais. O preço pode parecer muito alto, mas não é usual utilizar esse tipo de SSD; os mais utilizados são os de 16 e 32Gb, que custam entre 80 e 150 reais quando feito de memória flash, ou SSD de 64Gb custando 350 reais, quando é feito de semicondutores.
Com efeito, não existe o melhor modo de armazenar seus arquivos. Tudo vai depender do que você precisa. Caso sua necessidade seja a de armazenar vídeos grandes, filmados em alta qualidade, os SSD não são recomendáveis, visto que o tamanho dos vídeos seria enorme. Porém, em um tablet, onde o tamanho do aparelho é pequeno e o tempo de resposta precisa ser muito rápido, os SSD se fazem essenciais para esse fim.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Empresa chinesa começa a fabricar tablets no Brasil em agosto
Representantes da empresa chinesa de tecnologia ZTE se reuniram nesta segunda-feira (27) com a presidenta Dilma Rousseff e informaram que a empresa produzirá tablets no Brasil a partir de agosto em parceria com empresas locais. "Já fizemos parceria com alguma fábricas no Brasil para a produção local", disse o presidente da ZTE, Hou Weigui.
O presidente da empresa ainda disse a Dilma que a ZTE já investiu no Brasil U$$ 30 milhões do total de US$ 250 milhões anunciados em abril durante visita da presidenta Dilma Rousseff à China, quando ela foi ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ZTE, em Xian.
Os representantes da ZTE manifestaram a Dilma o interesse em participar da implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). “O projeto de banda larga é nosso foco em duas áreas, wireless e linha fixa. A presidenta Dilma presta muita atenção no desenvolvimento e implantação da banda larga. Com os eventos mundiais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas o governo brasileiro quer acelerar o desenvolvimento das telecomunicações ”, disse Hou Weigui.
A empresa chinesa adquiriu um terreno para a construção de uma fábrica em Hortolândia (SP), onde será instalado um parque industrial, e também comprou uma fábrica já pronta. A previsão é que os US$ 250 milhões sejam investimentos até 2014 e a fábrica de Hortolândia empregue 2,5 mil trabalhadores.
A ZTE é fabricante de equipamentos de telecomunicações, de equipamentos 3G e 4G, e de soluções de rede.
O presidente da empresa ainda disse a Dilma que a ZTE já investiu no Brasil U$$ 30 milhões do total de US$ 250 milhões anunciados em abril durante visita da presidenta Dilma Rousseff à China, quando ela foi ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ZTE, em Xian.
Os representantes da ZTE manifestaram a Dilma o interesse em participar da implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). “O projeto de banda larga é nosso foco em duas áreas, wireless e linha fixa. A presidenta Dilma presta muita atenção no desenvolvimento e implantação da banda larga. Com os eventos mundiais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas o governo brasileiro quer acelerar o desenvolvimento das telecomunicações ”, disse Hou Weigui.
A empresa chinesa adquiriu um terreno para a construção de uma fábrica em Hortolândia (SP), onde será instalado um parque industrial, e também comprou uma fábrica já pronta. A previsão é que os US$ 250 milhões sejam investimentos até 2014 e a fábrica de Hortolândia empregue 2,5 mil trabalhadores.
A ZTE é fabricante de equipamentos de telecomunicações, de equipamentos 3G e 4G, e de soluções de rede.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Relógio conceito avisa quando você está muito bêbado para dirigir
Um dos acessórios onde os designers mais conseguem estimular a imaginação em seus trabalhos conceitos são os relógios, como por exemplo relógios que são integrados com smartphones que rodam Android, ou até mesmo relógios ecologicamente corretos que precisam ser soprados para funcionar. Então porque não criar um relógio que pode dizer a quantidade de álcool no seu sangue?
A Tokyoflash, uma empresa que é conhecida por fazer vários conceitos interessantes, resolveu inovar mais uma vez. Pensando nas pessoas que acabam bebendo bebidas alcóolicas mais do que deviam, a Tokyoflash criou um conceito de um relógio que funciona como uma espécie de "bafômetro".
É claro que ele também tem todas as funções de um relógio comum, como informar a hora, a data e função de alarme. Mas o que realmente chama a atenção é que ele, na teoria, consegue fazer uma leitura da quantidade de álcool no seu sangue pra dizer o nível da sua embriaguez.
Se você costuma sair a noite com seu carro, mas acaba passando da quantidade de álcool que o seu corpo aguenta, esse conceito foi pensado em você. Pois com um simples sopro o relógio estará apto a lhe dizer se você tem a capacidade de dirigir ou não.
Basta pressionar um botão que o relógio vai abrir o local aonde você deve soprar, em seguida ele exibirá os resultados na tela. Como é apenas um conceito, não se sabe o quão preciso esse relógio poderá ser, caso seja fabricado. Mesmo que ele não tenha a mesma precisão, já é algo pra lhe auxiliar, avisando pra você não dirigir quando estiver bêbado.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Preços do etanol caem em 21 estados, aponta ANP
Porém, houve aumento de preços no Acre, Amapá, Ceará, Paraná e DF.
Em um mês, queda média acumulada do etanol chega a 13,98%.
Da Agência Estado
Gasolina está mais vantajosa no Piauí
(Foto: Reprodução/TV Globo)
Faça o cálculo:
http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL962062-9658,00-CALCULADORA+MOSTRA+QUAL+COMBUSTIVEL+E+MAIS+VANTAJOSO.html
A queda semanal média nos postos brasileiros avaliados pela ANP foi de 1,34%, para R$ 1,913 o litro, o que levou o etanol a 69,06% dos R$ 2,770 cobrados pelo litro da gasolina no país. Com isso, apesar de a gasolina ter vantagem na maioria das unidades da federação, se considerada a média dos preços do país o uso do etanol é mais vantajoso para o consumidor que possui um veículo flex (bicombustível). Em um mês, a queda acumulada do etanol na média brasileira chega a 13,98%.
A vantagem do etanol é calculada considerando que o poder calorífico do motor a álcool é de 70% do poder nos motores à gasolina - ou seja, o motorista tem vantagem econômica com o preço do combustível de cana até esse porcentual do valor cobrado nos postos pelo derivado de petróleo.
A maior queda nos preços do etanol, de 4,84%, foi registrada nos postos de Tocantins. De acordo com os dados apurados pela ANP, o preço médio do litro do etanol naquele estado variou de R$ 2,148 para R$ 2,044 na semana passada e chegou a 69,74% de paridade com a gasolina, que custa em média R$ 2,931. Em São Paulo, maior produtor nacional do combustível, o preço recuou 1,73% na semana passada e acumulou queda de 15,78% no mês. O litro do hidratado nos postos paulistas ficou em R$ 1,649 em média na última semana, ante R$ 1,678 na semana anterior.
Em Minas Gerais, segundo maior produtor, o preço do hidratado caiu 1,29% na semana, de R$ 2,097 para R$ 2,07. No Paraná, terceiro maior produtor, o valor médio subiu 0,11%, de R$ 1,715 para R$ 1,717 o litro. No entanto, em Minas Gerais ainda é mais vantajoso ao consumidor abastecer com gasolina, já que a paridade é de 73,82%. No Paraná, o etanol é mais vantajoso, com paridade em 64,84%.
No Brasil, o menor preço médio para o etanol foi registrado em Mato Grosso, de R$ 1,505 por litro. O preço médio máximo foi de R$ 2,563 por litro, no Acre. O menor valor em um posto foi registrado no Estado de São Paulo, de R$ 1,34 o litro, enquanto o maior custo apareceu em um posto do Pará, de R$ 3,10 o litro.
Etanol x gasolina
Os preços da gasolina seguem mais competitivos que os do etanol em 21 estados brasileiros e no Distrito Federal, de acordo com os dados da ANP. Já o preço do etanol é mais vantajoso que o da gasolina para os consumidores de Goiás, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Tocantins.
Mato Grosso segue como o estado em que o etanol é mais competitivo, com 55,68% do valor médio da gasolina. Na semana passada, os consumidores mato-grossenses pagaram R$ 1,505, em média, pelo preço do álcool e R$ 2,703 pelo da gasolina. Em São Paulo, que concentra quase 60% do consumo de etanol, a proporção está em 61,76%, com o preço médio de R$ 1,649 para o combustível de cana-de-açúcar e R$ 2,67 para o de petróleo.
A gasolina está mais vantajosa principalmente no Piauí, onde a paridade com o etanol chegou a 90,87%. No Estado, a gasolina custa em média R$ 2,575 o litro e o etanol, R$ 2,34. No Amapá, a paridade foi de 86,52% e, no Amazonas, atingiu 86,41%. No cálculo são utilizados valores médios coletados em postos de todos os estados e no Distrito Federal.
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